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13 février 2019

Catalunha: no banco dos réus

A monarquia franquista reprime a autonomia catalã.

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07 février 2019

À pedrada, à beijocada:singularidades

As forças da ordem chamadas a intervir num bairro particularmente violento foram recebidas à pedrada. É assim, pois, que acatam a civilidade democrática e reagem os passadores de substâncias ilícitas que por lá pululam e prosperam.

Edificante recepção.

Ora os autores da façanha e respectivas famílias, inopinadamente, foram agora agraciados com a majestática presença do Chefe do Estado, carinhosamente enselfinhados, abraçados e beijocados, num descontraído ágape de ternuras, dichotes e beliscões.

Ignora-se se os apedrejadores e familiares foram convidados para um party nos jardins de Belém e se lhes foi concedida alguma tença ou comenda. Bem o mereciam. 

Quando lá voltar a polícia, é simples, pedra neles.

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30 janvier 2019

Jamaica, city

 

Afinal não é bem assim. O tal assessor do B. E. e chefe do motim, pelos vistos, um senegalês que vive há anos entre nós estipendiado pela Câmara de Lisboa, decerto para pastorear os apedrejadores de polícias, afinal é um medricas. Temendo ameaças que lhe terão sido feitas, logo foi introceder protecção à bófia. À bófia leram bem? O energúmeno pelos vistos delicia-se com o aroma da bosta.

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28 janvier 2019

Da bosta e dos paladinos da democracia

Temos agora um senhor assessor de um partido parlamentar e apoiante do governo a qualificar como "bosta da bófia" as forças policiais que asseguram a tranquilidade pública em Portugal. O que ele escreveu, escreveu, notem bem, foi "BOSTA DA BÓFIA".

O que dizem os dirigentes do governo e do dito partido sobre o assunto?

E o que pensam os portugueses?

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24 janvier 2019

BREXIT, the question

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15 janvier 2019

Mais uma blasfémia, um israelita crucifixo MacDo

SIC NotíciasNum Ocidente em que um olhar mais atrevido lançado sobre quem se cruza no caminho começa a ser  tido como uma concupiscente ofensa, e o simples aceno ao animal que nos ameaça a integridade das canelas logo visto como bárbara intenção de extermínio, estas hipersensíveis almas que por aí pululam, vociferam e decretam tais dislates, saõ as mesmas que não se eximem em promover e aplaudir toda a espécie de insultos contra o sentimento religioso que predomina socialmente entre nós. E sobretudo o efectivo ou remanescente sentimento cristão europeu.

Na Andaluzia psoesada, dos egrégios gonzales e zapateros locais,vimos o Estado a pagar e a promover as paródias mais abjectas instrumentalizando a simbólica religiosa cristã. Temos agora uma réplica israelita a investir igualmente na blasfémia.

É o famoso direito de expressão! O tal que permite a uma instituição popular como Serralves - um museu percorrido a toda a hora por gente naturalmente discreta nas suas idiosincrassias estético-sexuais, bem como por crianças e respectivo grupo familiar -,  exibir, descaradamente, as mais repugnantes manifestações porno-falocráticas e multiplas acrobacias hard congeminadas fotograficamente por imaginários doentiamente obcecados em provocar e ofender o sentimento comum.

E o Estado que temos, entretanto, via ministério da Cultura, até premeia o pornocrata responsável pela façanha.

Não é que o mesmo indivíduo, a quem a Administração do Museu entregou de olhos fechados o imaginário artístico da cidade, e também facilitou depois a exibição dessa abjecta provocação social, energúmeno que pressionado pelo clamor público a sair do museu logo foi alçado pela senhora ministra da Cultura, essa excelsa inteligência, a assumir principescamente uma missão em Veneza tutelada e paga pelo Estado, ou seja por todos nós, e assim a "sair por cima" e a ficar a rir-se da Administração de Serralves e do zé-povinho que paga a conta?   

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10 janvier 2019

MRS, uma infrene beijoqueirice populista

Agora um presidente de uma República da UE interrompe uma solene reunião de trabalho, não para tratar de uma urgente ocorrência diplomática ou de uma grave situação social ou política, mas tão somente para mandar "um beijinho", isto é, saudar a animadora de um novo programa televisivo matinal tipo pimba. É  claro para assegurar actuais e futuras conivências políticas.

Porém, sobretudo e paralelamente, visando garantir a paz com um antigo 1º ministro, o tal da "cuca" transviada, e proprietário do mesmo palco. E assim garantir a benevolência da estação para próximas ocasiões e futuras lutas eleitoriais. Lutas que Marcelo, muito de antemão e como ninguém, é perito em definir e desenvolver com astúcia e prontidão.

Com a esganiçada moça ex-gouchiana das TVs mais o barão de Balsemão à ilharga, não há segundo mandato que escape a tão austero presidente, ele que é tão alérgico a folclores e populismos.

PS. Quanto a defender agora a abolição das propinas para o ensino superior, nada tem pois a ver com mais populismos. Acontece que a medida vai agravar ainda mais a descriminação entre os estudantes de extracção urbana, com universidade à porta de casa,cama, mamã e roupa lavada, relativamente à massa dos alunos vindos da província. Os que têm a transferir-se para a longínqua capital e aí dispender enormes custos de alojamento e alimentação que os camaradas locais obviamente não suportam. Ora as verbas das propinas dos urbanos deveria o Estado, isso sim, deslocá-las para assegurar as despesas de quem chega de longe e que desequilibram fortemente o principio do direito à educação para todos. Oh deixem lá na província a roçar mato essa valorosa mocidade e logo o eucaliptal poderá alastrar sem mais dano entre o Minho e o Guadiana.

 

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09 janvier 2019

As máfias legais que nos depenam

Mais um excerto retirado do portadaloja:

"...O Estado partidário que temos e o Governo em particular, gasta dezenas de milhões de euros, todos os anos e de há mais de uma dúzia de anos a esta parte a subsidiar determinados escritórios de advocacia de Lisboa, na sua maior parte, para fazerem trabalhos jurídicos que o Estado deveria fazer, com a prata da casa e não faz. 
Este comportamento altamente lesivo dos interesses do país é sempre justificado de modo canhestro, como seja o de o Estado não dispor de técnicos jurídicos capazes de fazer o trabalho que afinal as firmas de advogados, privadas, podem fazer. Não se sabe, porque ninguém se deu ao trabalho de sindicar tal coisa, qual é o resultado prático destes gastos e subsídios aos escritórios de advocacia de Lisboa, quase sempre os mesmos. 
O Ministério Público deveria investigar criminalmente estes contratos, por suspeita fundada de crimes como participação económica em negócio, burla e gestão danosa." 

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05 janvier 2019

Muito bem J. Letria

Eis a última crónica de Joaquim Letria no Minho Digital:

" Numa noite destas pude assistir a um espectáculo lindo e único num dos canais nacionais de TV. Principalmente rendi-me à rábula do ex-ministro Armando Vara, antigo peão de brega da quadrilha de Sócrates que o país aguarda ver atrás das grades depois dele ter dissipado múltiplos milhões de euros nossos. Mas Vara, naquelas circunstâncias que algum amigo lhe proporcionara, fez o que esperamos que ele faça em vara larga. Mentiu e claro, como os seus próximos companheiros sempre fazem, declarou-se inocente, apesar de condenado por quatro tribunais e bastantes juízes que igualmente lhe recusaram qualquer recurso e chumbaram todos os apelos, já vai para oito anos, pelo menos. 

Mas para mim, que já fui do ofício, o maior espectáculo foi dado pelos jornalistas sentados no estúdio com Vara. Entrevista aquilo não foi. Tratou-se de mais uma má representação de compères, tão maus que não teriam lugar na revista à portuguesa que antigamente se representava no Parque Mayer, onde trabalharam alguns excelentes actores e muita gente séria.O insólito da situação é terem facultado ao homem a oportunidade de mais uma vez não ter vergonha nenhuma e vir mentir e falar para mais dum milhão de portugueses no bom estilo do Sócrates ou do Bruno de Carvalho.

 Na informação das televisões não há jornalistas. Há “compères”, meninas e meninos a quem ensinaram a dobrar a espinha e a falar com simpatia com gente que deveriam entrevistar mas que são avisados para não o fazer se verdadeiramente quiserem progredir na carreira. E eles progridem… progridem… progridem sem a menor precariedade.

Hoje, os políticos são os comentadores, os rapazes da música são os avençados e ou portam-se todos muito bem ou no fim do mês acaba a mama e, acima de tudo, deixa-se de ter a influência de lá ir dizer as bacoradas que o Governo, a Oposição, os partidos ou os clubes querem que eles digam. Entrevistadores é que nem pensar. Jovens bem vestidos e apessoados a lerem cartilhas ou a fazerem o papel de corpo presente é o que está bem.É por estas e por outras que eu falo só 12 minutos por semana num programa dirigido a donas de casa e idosas, que é tudo o que me é autorizado fazer ao fim de 17 anos de silêncio imposto. Mas não me importo. Ainda vou marchar com as minhas velhotas pela Avenida da Liberdade e pela dos Aliados. E principalmente não seremos compères a dar deixas a alguém que nos envergonharia. Podem crer"

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04 janvier 2019

Uma sova no Lacão

 

Excerto de um texto do portadaloja, que nos alerta para a esperteza saloia deste lacaio dos interesses mafiosos que temem a independência do Ministério Público:
"Toda a gente percebe o que Lacão pretende: colocar o poder político a dominar o CSMP.  Atirar sobre o Sindicato com o argumento de que "o critério da influência sindical não pode dominar acima do critério da autoridade democrática", ou seja do grupelho de influência que domina a A.R. é argumento canalha porque se coloca acima da autoridade democrática do próprio presidente da República. 
Além disso, o Sindicato do MºPº  foi escolhido pela maioria dos seus magistrados e representa-os. Os magistrados do MºPº são um grupo profissional que tem uma função: representar o Estado, defender a legalidade democrática e exercer a acção penal. Constitucionalmente, como o deputado Lacão reconhece,  tem autonomia para tal. Por uma razão: a defesa dos interesses das pessoas em geral e em função do equilíbrio de poderes em democracia. 
O que o deputado Lacão pretende, enquanto lacaio dos interesses do seu partido e de um grupelho do PSD é apenas uma coisa: sapar essa autonomia, reduzi-la a uma insignificância formal e controlar a investigação criminal. O discurso de referência democrática é afinal uma perversão democrática. 
Tal foi melhor explicado pelo presidente do SMPP, no Diário de Notícias em 23.12.2018"

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