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12 décembre 2018

Dois amigos

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08 décembre 2018

Toros

El Día de la Tauromaquia recaudó 257.493 euros para la fiesta de los toros

 Madrid

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Guterres começa a entregar o Ocidente às massas que aspiram a impor a cultura afro-asiática ao conjunto do planeta

Estados membros da Organização das Nações Unidas (ONU), sob a égide do angélico crente do populismo terceiro-mundista, nos dias 10 e 11 de Dezembro,  encontram-se  em Marraqueche, Marrocos, para assinarem o texto do Pacto Global para Migração Segura, Ordenada e Regular. Uma eufemística nomenclatura a esconder o essencial do documento: legitimar a violação de qualquer fronteira. E assim, ou seja, em particular, esmagar os países ocidentais sob o peso dos tremendos excedentes demográficos dessas prolíficas nações. 

Leiam e meditem nas consequências político-ideológicas de tão colossal dislate, a antecederem o, inversamente, descalabro dos fluxos migratórios, o estilhaçar das relações internacionais e, naturalmente, a minarem a saúde dos sistemas democráticos dos espaço soberanos euro-ocidentais sujeitos às vagas de migrações a uma escala nunca vista e subsequentes e dramáticas disfunções sociológicas, económicas, sanitárias e outras nos países-alvo.

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05 décembre 2018

Até quando vai durar o regabofe?

O que diz o portadaloja a propósito do incrível  Berardo: 

 " ... Quando José Sócrates chegou ao poder político em 2005, um grupo de salteadores do PS e figuras adjacentes, terá gizado um plano para destituir a direcção do então maior banco nacional, o bcp, correndo com o seu presidente, Jardim Gonçalves.
Conseguiram o desiderato a custo de golpes no baú da CGD onde reinavam os PS´s Santos Ferreira e Armando Vara, prestes a ser engavetado para expiar outros crimes. O antigo administrador do bcp, Filipe Pinhal escreveu na edição do Sol desta semana que o ex-preso 44 queria assumir a presidência do banco, logo que fosse possível...
José Sócrates banqueiro, imagine-se! E aposto que com apoios de tomo dos santos ferreiras aos freitas dos amarais.
Para montarem o golpe contaram com a ajuda preciosa do artolas que agora deve as penas aos pássaros, através de uma Fundação que nem devia existir ( o dinheiro de onde veio, afinal?).

Já deveu mais de mil milhões de euros, quantia que na escala nacional é faraónica e poucos têm.

Chegou a vez de ser ele a provar do seu próprio veneno retórico: fuck him! "

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29 novembre 2018

A cumplicidade do PS e afinal dos deputados em geral

Não temos dito outra coisa há já muitos anos. Transcreve-se porém parte do texto que o jornalista Luís Rosa acaba de publicar no Observador:  

"1. A ideia de Justiça é algo subjacente à existência da Democracia. Uma justiça em que as garantias de defesa e de um processo justo são asseguradas pela lei, uma justiça independente do poder político e uma justiça célere em que todos sejam tratados de igual forma — todos estes conceitos só são colocados em prática, se existir uma verdadeira democracia. Mas há uma ideia mais simples que é igualmente fundamental: a de quem prevarica e viola a lei, é castigado.

 

Em Portugal, esta última ideia (básica) está em crise desde há muito. Raramente foi aplicada durante a Ditadura — e continua a não ser uma regra óbvia em Democracia. O que corrói de forma agressiva e persistente a confiança dos eleitores no regime e coloca em causa o próprio conceito de Democracia.

 

A inevitabilidade da prisão de Armando Vara (assim como de outros arguidos do processo Face Oculta) é uma notícia que ajuda a acalentar a esperança de que a luta contra a corrupção e restante criminalidade económico-financeira está surtir os seus efeitos. Mas essa é uma esperança que, apesar não ser vã, ainda não é suficientemente forte para termos a certeza de que estes resultados são persistentes, duradouros e estruturais.

 

Senão, vejamos:

 

  • Os atrasos. A pena de prisão de Armando Vara (e dos restantes arguidos condenados a prisão efetiva) chega quase nove anos após o início da investigação, quatro anos após condenação em primeira instância e um ano e meio após a decisão da segunda instância. O único prazo que é de elogiar, face à criminalidade complexa que estava sob investigação, é o do inquérito do DIAP de Aveiro: inferior a 2 anos. Já as fases mais demoradas foram as do julgamento e do recurso para a Relação do Porto: entre 2 anos e 7 meses a três anos. Estes tempos processuais são claramente incompatíveis com uma justiça célere e eficiente.
  • Os expedientes dilatórios. Não há volta a dar: qualquer processo com arguidos com poder financeiro para pagar a um dos melhores advogados do país e as respetivas taxas de justiça, terá sempre uma litigância que faz abrandar o ritmo da Justiça. Quantos mais arguidos, pior. Só no Face Oculta são 34 arguidos. Entre o número ilimitado de testemunhas para o julgamento, recursos propriamente ditos, os incidentes de recusa de juiz ou de procurador, as nulidades, as reclamações e as revisões de acórdãos, por exemplo, há uma série de instrumentos disponíveis. Contudo, a desigualdade no acesso aos mesmos é evidente.
  • E o golpe de estado judiciário. O processo Face Oculta já ficou para a história judiciária portuguesa como o processo em que o então procurador-geral Pinto Monteiro e o conselheiro Noronha de Nascimento, então presidente do Supremo Tribunal de Justiça, impediram o Ministério Público de investigar José Sócrates por ter tentado controlar ilegitimamente a comunicação social. Foi um autêntico golpe judiciário que nunca foi esclarecido.

 

2. São precisamente razões como estas (atrasos, manobras dilatórias e influência política) que fazem com a Opinião Pública perca confiança não só numa Justiça igual para todos com também numa ideia de meritocracia para a sociedade.

 

A questão que se coloca é simples: atendendo ao poder financeiro de muitos arguidos poderosos que lhes permite ter os melhores advogados, será uma inevitabilidade que qualquer processo que os envolva demore quase a 10 anos a ser resolvido definitivamente?

 

Quer a demora no julgamento, quer a demora na decisão dos recursos, são possíveis de combater através de novas alterações legais:

 

  • Limitar o número de testemunhas e o tipo de produção de provas que é feito em julgamento;
  • Reduzindo ou eliminando os expedientes dilatórios que os advogados costumam usar para impedir o normal curso do processo penal;
  • Alargar e definir o conceito de litigância de má-fé para permitir aos juízes agirem nesta última matéria.

 

Propostas precisas e concretas que tornariam o processo penal mais ágil. O mesmo se pode dizer sobre a possível a eliminação da fase de instrução criminal — uma fase que se assemelha a um pré-julgamento que antecipa praticamente todas as diligências que as defesas vão repetir em julgamento.

 

3. Nenhuma destas medidas estão a ser ponderadas pelo Executivo de António Costa, pela simples razão de que hoje vivemos um tempo de silêncio do Governo sobre a luta contra a corrupção. Não há uma estratégia nacional contra a corrupção, como não há investimento no Ministério Público e na Polícia Judiciária para proceder a essa luta.

 

Uma omissão do Executivo que é tanto mais estranha quando o Ministério Público acusou há um ano José Sócrates de três crimes de corrupção passiva, 16 de branqueamento de capitais, nove de falsificação documento e três de fraude fiscal.

 

A ideia de que não há um problema de corrupção sério no sistema político português quando um ex-primeiro-ministro é acusado de ter planeado um esquema de corrupção desde o primeiro dia em que entrou em São Bento é tão extraordinária como pensar que os problemas económicos do país são resolvidos com um défice zero — e as espetaculares cativações que permitem atingir esse resultado.

 

Obviamente que António Costa sabe desde 2014 que, quando se fala de corrupção, estamos a falar da Operação Marquês. Falar do Marquês é falar de José Sócrates — e falar de Sócrates é falar do PS e da total ausência de auto-crítica dos socialistas face ao que está escrito explicitamente e implicitamente na Operação Marquês: o PS foi cúmplice na forma como José Sócrates tentou construir um poder absoluto unipessoal.

 

António Costa teve um comportamento exemplar (apesar dos óbvios ganhos políticos com os problemas judiciais de um possível rival interno), quando não deixou que Sócrates utilizasse a pressão do PS sobre a Justiça para resolver o seu problema criminal. Mas isso não chega. É preciso que reconhecer que existe um problema (a corrupção) e encontrar soluções para o mesmo [...]"

 

[...] EM RESUMO, ANTONIO COSTA E O RESTO DO GOVERNO, E DA ASSEMBLEIA, SAO TODOS CÚMPLICES.  E QUANTO AO INEFAVEL MARCELO que dizer?

Vai lá um selfie com Sócrates e com Vara e restantes sucateiros?  Não terá ele uma palavra a dizer na matéria, para além da esquiva habitual de remeter para o poder judicial a questão? Como Pilatos, afinal..

Depois que venham com a lenga-lenga do populismo, aqui d´el rei que vem aí o papão populista... 

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18 novembre 2018

PAN!PAN!PAN!

Ensurdecedor é o silêncio da geringonça costista, e sobretudo do seu chefe, perante a revelação da existência de uma milícia de terroristas segregada pelo partido da coligação , o tal Pan, que ataca proprietários de animais supostamente maltrataddos. Qualquer dia os energúmenos, teleguiados ou condicionados pela vigilante de uma civilização depurada de barbaridades hediondas como a corrida de toiros, uma tal ministra da "cultura", vão-nos cercar, "apertar" e até a delapidar à saída do Campo Pequeno, ou, simplesmente, do galinheiro que mantemos nas traseiras do quintal.

O costismo geringonçano no seu melhor! 

 

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15 novembre 2018

O malabarista e os Toiros. Uma faena costista.

Texto retirado de o Observador, da autoria de Teresa Marques: "...eis que o inefável primeiro ministro resolve lembrar-nos a sua natureza de contorcionista. Curiosamente esta é uma característica que pode garantir a António Costa uma eficaz gestão de equilíbrios na geringonça, mas que lhe dificultará vir a conseguir obter maioria absoluta. Gera desconfiança nos eleitores. O seu governo tem feito um trabalho assinalável na manutenção de finanças públicas controladas. Reformas ficaram por fazer nesta legislatura, mas isso, da minha parte, até agradeço. Sou sempre mais defensora da inação dos políticos do que da hiperatividade. E, em boa verdade, reformas com o apoio do BE e do PCP é melhor que fiquem na gaveta. Que foi o local onde Costa (ou Mário Centeno) cuidou de as colocar. Já vivi governos piores.

O crescimento é pífio, comparado com os restantes países da UE, mas existe e é palpável e visível. Contestação social não há, e mediática também não, que o PCP e o BE tratam disso. E, ainda assim, Costa não tem maioria absoluta. Porquê? Porque os eleitores podem vê-lo como um político eficaz e habilidoso, mas não confiam nele.

O caso das touradas é paradigmático da capacidade de Costa se boicotar. Decide responder com jactância a Alegre, verberando as touradas mas garantindo que, magnânimo, não as proibirá. Sucede que anos antes, enquanto presidente da Câmara Municipal de Lisboa, condecorou um forcado prestes a retirar-se, assistiu a uma tourada no Campo Pequeno, aplaudiu, elogiou a ‘arte taurina’. ‘Arte’ que, além de ‘valentia’ tinha também – pasmem (ou riam, tal a ousadia contraditória) – ‘sensibilidade’."

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13 novembre 2018

António Costa, o "inimigo das touradas": sol ou sombra?

Na Carta a Alegre, A. Costa, o 1º ministro, apresenta-se como uma alma sensível, um filósofo gandhiano incapaz de pôr o pé na poeira de uma arena e contemplar uma rês bandarilhada por  um horrível energúmeno, pegador ou matador de toiros, de barrete verde ou encarnado.

O manhoso malabarista é capaz de tudo. Vejam lá estas fotos.

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05 novembre 2018

O sr. Juiz Ivo agora também do Caso Sócrates

Notícia retirada do CM: "Juiz do caso Sócrates deixa fugir traficante de armas André Rozário, brasileiro que vende metralhadoras e outras armas de guerra, foi preso, mas juiz recusou preventiva. Acabou por fugir do país." Ler mais em: http://www.cmjornal.pt.

Muito bem. Uma justiça de que gostam as máfias criminosas.

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31 octobre 2018

Manuela Moura Guedes e a sinistra noite socratista

https://youtu.be/4kZN29W9xJ

 

VER E DIVULGAR A ENTREVISTA DE MANUELA MOURA GUEDES. Urgente e obrigatório. Para vergonha de toda a tralha socratista cúmplice das actividades de tipo criminoso do antigo primeiro ministro.

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